Neyman e Pearson
Filosofia da Ciência
Neyman & Pearson
Antes de servir as chávenas, que regra usaremos para decidir?
- Alternativas explícitas
- Regras de decisão
- Desempenho a longo prazo
H0 Contra H1
Ausência de capacidade — ou uma capacidade que vale a pena detectar?
- : referência
- : alternativa especificada
Decisão e Erro
| Não rejeitar |
decisão correcta |
Tipo II () |
| Rejeitar |
Tipo I () |
decisão correcta |
A decisão é nossa; a realidade não fica conhecida automaticamente.
α, β e Poder
- : probabilidade de rejeitar quando é verdadeira.
- : probabilidade de não rejeitar perante uma alternativa especificada.
- Poder: .
Se o efeito relevante existisse, conseguiríamos detectá-lo?
Uma Curva
Teste t bilateral de uma amostra ·
: diferença estandardizada face à média de referência.
Não Encontrámos
Não rejeitar não demonstra ausência.
Pergunta útil: que efeitos conseguiria este estudo detectar?
Fisher / N–P
| resultado observado |
regra antes dos dados |
| valor-p |
, |
| evidência |
desempenho e decisão |
Projectos diferentes; problemas parcialmente sobrepostos.
- valor-p: calculado depois dos dados.
- : erro Tipo I da regra escolhida antes dos dados.
Chá, regra ilustrativa: rejeitar só com oito acertos → sob o palpite.
NHST
O uso corrente mistura linguagem de Fisher e de Neyman–Pearson.
- valor-p;
- limiar ;
- linguagem de decisão.
E Mayo?
Depois dos dados, o teste teve uma boa oportunidade de revelar um erro relevante na afirmação?
Severidade relaciona-se com poder e erro, mas não é idêntica a nenhum deles.
Para Bayes
E se quisermos actualizar explicitamente uma crença depois de observar os dados?